“Prazer imenso ver o Rúben Neves com a braçadeira de capitão” – Jorge Costa

Hoje em dia os números da camisola já pouco significado têm, senão o da marca dos próprios jogadores, mas há não muito tempo atrás, um número tinha particular relevância no Futebol Clube do Porto, o nº2.

E depois do mítico capitão de Viena, João Pinto, a honra de envergar essa camisola coube a Jorge Costa. O capitão de Gelsenkirchen e Sevilha, é agora o seleccionador do Gabão, mas mesmo lá longe não deixa de acompanhar o presente do nosso clube.

Em declarações a O Jogo, Jorge Costa falou do mais novo capitão dos Dragões – Rúben Neves:

Dá um prazer imenso ver o Rúben Neves com a braçadeira de capitão. É um jovem com um valor tremendo. Não o conheço, mas para assumir tão jovem uma responsabilidade dessas, tem de ser enorme.

O Bicho falou ainda da utilização de 3 dragões no meio campo da selecção no Luxemburgo:

Com as devidas distâncias e circunstâncias, fez-me lembrar 2004 e as equipas que atravessaram esses anos fantásticos. É um sinal de que algo está a mudar no FC Porto, porque fez-me recuar também a um tempo ligado ao sucesso. Isso deixa-me contente.

Além de Rúben Neves, Jorge Costa também individualizou o seu discurso para falar de André André:

Sei que agora é fácil falar, mas, há cerca de dois anos, quando fazia crónicas n’O Jogo, disse do André André o que muitos dizem hoje. Ele estava ainda no Guimarães. Andei com ele ao colo, conheci-o quando teria uns cinco/seis anos, porque ia muitas vezes com o pai, às Antas. Não o conheço hoje, mas este não engana. É claramente um jogador à Porto. Claro que também teve a felicidade de beber do pai muitos ensinamentos. Essas mensagems são muito importantes, como foram para mim as que me passaram o João Pinto, o Jaime Magalhães, o André, o Lima Pereira, entre outros.

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