Porto de coragem e de alma cheia

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Foi um Porto de coragem o que tivemos no relvado do principado do Mónaco. Coragem exemplificada no treinador e num jogador que ainda não tinha jogado esta temporada.

Coragem de Sérgio Conceição ao apostar num jogador que ainda não tinha utilizado, e coragem desse mesmo jogador (Sérgio Oliveira), a não virar a cara à luta e a ajudar a equipa a alcançar um resultado que se pode revelar decisivo nas contas finais deste grupo de Champions.

Desde os primeiros minutos o Porto mostrou estar em noite sim, e com o jogo sempre controlado.

Um Porto que enche a alma aos seus adeptos, porque pode não ter muitos artistas, mas conta com jogadores dispostos a dar tudo em campo, em todos os jogos. E quando assim é, o mar azul estará sempre presente, sempre em apoio aos nossos rapazes.

No início da temporada quem diria que Marega e Sérgio Oliveira seriam destaques positivos do Porto, num jogo de Champions?

Agora venham os alemães, que não serão pêra doce.

Termino com uma menção honrosa a Herrera. O nosso capitão desta temporada e que tão mal tratado foi pela maior parte dos portistas. O jogador mexicano pode perder a bola várias vezes, e falhar passes que por vezes parecem simples, mas não vejo em campo ninguém que consiga disputar o jogo de área a área como ele. Tão depressa o vemos à entrada da nossa área a dar o corpo a um remate, como na jogada seguinte está na área contrária à procura da melhor solução para a equipa.

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