Jogar à cagão não é de Dragão

danilo-copenhaga

E no segundo jogo europeu caseiro da temporada, Nuno voltou a entrar à cagão, na expectativa. Mas ao contrário do primeiro jogo, o adversário de hoje não era a Roma. Era o Copenhaga. Vou repetir O COPENHAGA.

Uma postura vergonhosa que permitiu ao Copenhaga controlar/dominar o jogo a seu belo prazer, e permitindo que os dinamarqueses fizessem a única coisa que sabem fazer. Cruzar bolas para os corpulentos avançados. E tantos foram os cruzamentos realizados perto da linha final, que um haveria de dar golo.

Contra a Roma, Nuno conseguiu mudar as coisas ainda na primeira parte, mas hoje lembrou-se de só mexer aos 60, com a entrada de Depoitre. E depois o que se seguiu foi tudo aquilo que não se pode fazer contra este adversário, cruzar bolas por alto. Não sei dizer figos em dinamarquês, mas cada bola cruzada por alto era um mimo para os defesas.

Foi mau demais para ser verdade. Uma equipa completamente aos papéis, a deixar o adversário mais limitado do grupo a fazer o que queria durante 60 minutos de jogo, em NOSSA CASA.

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