E o Jamor ao virar da esquina – 0-3 em Barcelos

O jogo até começou com toada lenta, com a equipa a demorar muito para conseguir criar ocasiões de perigo. Mas no final veio ao de cima a qualidade deste Dragão de alma renovada, e a final da Taça ficou à distância de uma mera formalidade – a segunda mão no Dragão.

José Peseiro fez diversas alterações ao 11 titular, e um dos novos – Marega, mostrou ser uma peça interessante capaz de esticar o jogo pela lateral. Já para Suk foi uma noite de alegria e tristeza. Alegria pela marcação do seu primeiro golo e tristeza pela lesão (entorse no tornozelo direito).

Sempre disse que a equipa não era tão boa como o indica o rótulo de “plantel mais caro de sempre”, mas também não era tão má como o que demonstrou no mês de Janeiro, e agora com mais confiança conseguimos ver muitas das virtudes de cada um dos jogadores.

Destaque para o golo de Rúben Neves, que sirva para que o puto ganhe moral e volte a jogar o que já mostrou no passado.

P.S. Nem para a Taça, competição onde já não estão os clubes da capital, apitam os penaltis que sofremos…

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